Assinala-se
hoje, 2 anos da eleição para o sumo pontífice de sua santidade o Papa
Francisco. Foi num dia como hoje que o fumo branco invadiu os céus do Vaticano,
numa leveza tão surpreendente quanto rápida era as sucessões dos
acontecimentos.

Um dom necessariamente divino. Não é difícil acreditar que o Papa
nunca está só. Os seus passos, os seus gestos, chegam a parecer anunciados por
sinais do céu. Sinais que o Santo Padre aceita com uma naturalidade comovente.
Em breve o novo Papa adotando o nome de Francisco, proferiu as célebres
palavras: «Rezem por mim, peço-vos; Deus nunca se cansa de perdoar os homens,
embora estas as vezes se cansem de lhe pedir perdão; um pouco de misericórdia
muda o mundo, torna o mundo menos frio e mais justo» - Assim deu-se início a um
pontificado de libertação, Redenção, resgate do mundo, que percorreu em
permanente companhia de multidões, católicos, não católicos, fiéis e infiéis.
E
eu sendo uma jovem que é muito tocada pela atitude do Santo Padre, e ciente da
transcendência deste pontificado, bem como da importância do magistério do
Santo padre e do seu testemunho espiritual, proponho nestas linhas que se
seguem, sem qualquer outra intenção que não seja a de homenagear o padre
argentino que é Pedro há 2 anos, procurarei, sem critério e sem rigor, ao
correr da pena apontar alguns exemplos que fazem do seu pontificado uma
possibilidade aberta à reconversão cristã do mundo. (parte 1 de 4)
Maliny Gonçalves
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