O
Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, enviou uma mensagem ao Papa
Francisco a congratular-se com a decisão do Pontífice de alterar o catecismo da
Igreja Católica e considerar a pena de morte uma sanção penal inadmissível.
Inclusive afirmou estar seguro de que a decisão terá efeitos similares.
Jorge Carlos Fonseca realçou que enquanto Presidente da República
e, muito antes, na qualidade de investigador e professor universitário, em
Portugal, Macau e Cabo Verde, sendo um cultor das ciências penais, sempre se
tem batido, em escritos e nos vários fóruns pela abolição completa da pena que
“não se coaduna com uma política criminal que seja humanista”.
“Estou seguro de que esta
vossa decisão terá efeitos similares, pois o laicismo da generalidade dos
Estados não pode esquecer a importância das várias confissões religiosas e o
seu papel na modelação das consciências individuais que, depois, acabam por
influir nos decisores políticos, sejam eles crentes ou não,” lê-se na mensagem.
No entender de Jorge Carlos
Fonseca, esta decisão poderá abrir portas para que outras religiões também o
façam.
Segundo Jorge Carlos
Fonseca, tal como um chefe de Estado, um Sumo Pontífice deve estar sempre perto
dos seus. Por isso, aproveitou ainda para manifestar a sua “mais viva admiração
e estima” pelo caminho que Francisco vem trilhando nestes anos como Papa.
Presidência da República
#SakutaJovem#
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