Juventude Diocesana conversou com Rosy Alfama, Chefe do
Agrupamento S. Francisco de Assis de Achadinha (AESFA), por ocasião do lançamento
da revista que retracta os 25 anos do AESFA
Juventude Diocesana (JD)
- O que significa para AESFA lançar esta revista?
Rosy Alfama (RA) - Significa 2 coisas fundamentais: 1ro
deixar mais um marco nas comemorações dos nossos 25 anos de existência, que é o
contar de algumas partes da nossa história, homenageando assim quem fez e faz
parte do AESFA, e num dia especial como hoje que é o dia de Baden Powel nosso fundador;
2do: valorizar o trabalho dos nossos jovens universitários, já que essa revista
é um trabalho acadêmico de alunas do curso de Relações Públicas e Secretariado
Executivo da UNICV, que escolheram a nossa Instituição para lançar uma revista
Institucional.
JD - O que vamos
encontrar ali?
RA - Pode-se encontrar a história do Agrupamento,
testemunhos e projetos futuros.
JD - Diz se que as melhores
estrias sãos as que não foram contadas. Que estória que não foi contada nesta
edição?
RA - Não se aplica muito a essa nossa revista, já que, mesmo
sendo muitas as melhores histórias e/ou estórias, nesta edição contou-se as
melhores: a nossa fundação, o que somos o que queremos em prol da nossa
comunidade e, sim, muitas outras coisas que são melhores também ficaram por
contar (25 anos não são 25 dias, nem horas)...Sobretudo os trabalhos diários,
as dedicações de cada criança, adolescente, jovem e adulto, que faz desse nosso
agrupamento o que é. Muitas estórias/histórias que fizeram o melhor na vida de
cada um dos nossos escuteiros, e isso sim é o que conta, mesmo não terem sido
contadas nos papeis.
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