quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

"contou-se as melhores estórias/histórias: a nossa fundação, o que somos o que queremos em prol da nossa comunidade " Rosy Alfama

Juventude Diocesana conversou com Rosy Alfama, Chefe do Agrupamento S. Francisco de Assis de Achadinha (AESFA), por ocasião do lançamento da revista que retracta os 25 anos do AESFA

Juventude Diocesana (JD) - O que significa para AESFA lançar esta revista?
Rosy Alfama (RA) - Significa 2 coisas fundamentais: 1ro deixar mais um marco nas comemorações dos nossos 25 anos de existência, que é o contar de algumas partes da nossa história, homenageando assim quem fez e faz parte do AESFA, e num dia especial como hoje que é o dia de Baden Powel nosso fundador; 2do: valorizar o trabalho dos nossos jovens universitários, já que essa revista é um trabalho acadêmico de alunas do curso de Relações Públicas e Secretariado Executivo da UNICV, que escolheram a nossa Instituição para lançar uma revista Institucional.

JD - O que vamos encontrar ali?
RA - Pode-se encontrar a história do Agrupamento, testemunhos e projetos futuros.

JD - Diz se que as melhores estrias sãos as que não foram contadas. Que estória que não foi contada nesta edição?
RA - Não se aplica muito a essa nossa revista, já que, mesmo sendo muitas as melhores histórias e/ou estórias, nesta edição contou-se as melhores: a nossa fundação, o que somos o que queremos em prol da nossa comunidade e, sim, muitas outras coisas que são melhores também ficaram por contar (25 anos não são 25 dias, nem horas)...Sobretudo os trabalhos diários, as dedicações de cada criança, adolescente, jovem e adulto, que faz desse nosso agrupamento o que é. Muitas estórias/histórias que fizeram o melhor na vida de cada um dos nossos escuteiros, e isso sim é o que conta, mesmo não terem sido contadas nos papeis.


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